Numa linha descendente a moda ficou vulgar, feia, sem criatividade, confeccionada com produtos ruins e apresentada em grandes eventos nos principais shoppings do País como se fora um circo dos horrores cheio de invencionices. A única coisa que realmente avançou dentro do segmento foi o preço das roupas e mais nada.
Moda é arte, talento, qualidade e acima de tudo beleza. Isso, você gosta de beleza, nós gostamos de beleza, de estar em evidência, lógico. Quem é que não gosta de andar bonito ou bonita?
Para começar com o advento da crise os produtos nobres desapareceram do mercado. Na linha masculina não se encontra mais roupas de linho nem seda, camisas de puro algodão ou cambraia de linho. No guarda roupa feminino além de perder qualidade também perdeu na criatividade. Um monte de irresponsáveis se dizendo lançadores de modismos que deveriam ser presos a serviço de uma indústria insaciável sob o respaldo de um marketing apelativo evidenciado por uma propaganda focada na Rede Globo e suas novelas inconvenientes onde a família brasileira deixou de ser uma família para ser o clube das Patricinhas e Mauricinhos, seguindo os apelos impostos na telinha como se fora a verdade única da geração de imitadores plásticos.
É muito triste ver uma criancinha fantasiada de adulta parecendo mais uma anã usando minissaia, sapatinho de salto e cheia de maquilagem e com uma bolsinha. Aí indiretamente começa a liberalidade sexual e os Pais não fazem nada.